Normas de Redação

O objetivo destas normas é homogeneizar a escrita em nosso site e estabelecer algumas convenções quanto às formas de submissão dos artigos. Com isso, esperamos acelerar a edição e tornar mais racionais os procedimentos para publicação. As normas procuram simplificar e não complicar, adotando alguns padrões para questões comuns como, por exemplo, uso de aspas e maiúsculas.

Estas regras foram baseadas em normas adotadas por veículos jornalísticos. Embora alguns itens pareçam redundantes (como siglas, letras maiúsculas), preferimos destacar a maneira como entendemos devam ser grafados.

Em respeito aos leitores, o site Mídia&Política se sente no dever de revisar, aperfeiçoar e corrigir os artigos submetidos a avaliação sem necessidade de consulta prévia aos autores. Caso modificações substanciais sejam necessárias o artigo retornará ao autor para que ele mesmo efetue a revisão.

Textos que não se enquadrem nos temas preferenciais do site ou que não tenham padrão de qualidade ou nível técnico adequado serão devolvidos. Como as colaborações são gratuitas, os autores têm toda a liberdade de publicar os artigos em outros espaços.

Norma geral

O tamanho padrão dos textos para o site Mídia&Política é de 1 mil palavras, podendo exceder esse limite caso necessário. Mas, de preferência, o texto não deve ultrapassar as 2 mil palavras.

Normas específicas

1. Aspas

Só para declarações e citações. Nos outros casos, inclusive quando se quer destacar palavra, usa-se grifo. Exemplos:

Quando o chefe da campanha de Lula disse: “Cuidem de suas redações que nós cuidamos do PT”, tocou em um vespeiro.

E afinal, o segundo turno “foi uma bênção”, segundo expressão usada por Lula.

A manchete de O Globo dizia: “Indústria nacional reage e atinge nível histórico”.

Os gráficos abaixo, obtidos no site a partir da pesquisa pelas palavras “Presidente Lula” e por “Geraldo Alckmin”...

2. Caixa alta (maiúsculas)·

  • Usar para nomes de conferências, congressos, códigos (Estatuto da Criança e do Adolescente, Código Ambiental), leis (Constituição Brasileira de 1988), revoluções, guerras (II Guerra Mundial), competições esportivas (Olimpíadas), pactos, tratados (Tratado de Tordesilhas), períodos históricos, formas de governo (Parlamentarismo, República), efemérides (Carnaval, Quaresma); presidente da República.
  • Igualmente, as festas religiosas e cívicas (Festa do Divino, Sete de Setembro, Réveillon) devem ser escritas com letra maiúscula; disciplinas (Jornalismo, Psicologia, Comunicação, Mídia, Política, Imprensa).·
  • Atenção: é preferível escrever ministério da Fazenda, ministro da Fazenda; secretaria da Educação, secretário da Educação; presidência da República, presidente da República.

3. Caixa baixa (minúsculas)

  • Usam-se letras minúsculas em títulos pessoais e cargos; profissões e profissionais (papa, barão, presidente, professor), formas de tratamento (senhor, senhora), doutrinas, correntes, escolas de pensamento (marxismo, confucionismo), religiões (evangélica, católica, umbanda), gentílicos (os ingleses, os carajás).
  • Nação e país são com caixa baixa.

4. Chamadas, títulos e manchetes

São decididas pelos editores e redatores do site, mas os autores também podem mandar sugestões.

Manchete principal – é escolhida pelo editor executivo do site, de acordo com o artigo mais importante, relevante ou atual. A manchete é constituída de apenas uma linha de 120 à 150 toques.

Manchetes – uma linha de 100 a 110 toques. O Webmaster, no momento da publicação, tem a liberdade de adaptar, no momento da edição, a sugestão ao tamanho da página, retirando os plurais ou palavras, se necessário.

Títulos de capa – uma ou duas linhas de 24 a 30 toques cada. De preferência, deve-se tentar fazer cada linha com igual número de toques, evitando viúvas (palavras isoladas na linha).

Títulos dos artigos – são de livre escolha do colaborador, mas o site Mídia&Política se vê no direito de modificá-los para que fiquem mais compreensíveis e atrativos. Geralmente, o título interno mantém a sugestão do autor.

Autoria – a autoria aparece logo abaixo do título, em cor verde. Pode também ·identificar origem ou tema do artigo, quando não há autor.

5. Grafia de numerais

De zero a dez, por extenso, porém 100, mil (ou 1 mil, 100 mil, 200 mil), 1 milhão, 1 trilhão.

Escreve-se 1.345 com ponto, porém, os anos (1800, 2000) não têm ponto.

6. Grifo (itálico)

  • Usa-se palavra ou expressão em itálico nos casos de apelidos (Meio-quilo, Zé do Beco, Dossiê Tabajara), estrangeirismos (show-woman, halloween, bar-mitzva), neologismos (apenas quando recém-nascidos), gírias (aloprados).
  • Acessar, deletar, disponibilizar, shopping center e outros termos já incorporados ao vocabulário são grafados sem destaque.
  • Nomes de jornal, títulos de livros, filmes, programas vão em itálico: Jornal do Brasil, Cidadão Kane, Imprensa e Poder, Sessão da Tarde, Domingão do Faustão).
  • Designações científicas, idem: bananeira – erva da família das musáceas (Musa paradisiaca).

7. Links

Caso o autor deseje introduzir links no texto, remetendo a sites relacionados ao assunto, deve indicar, em letras vermelhas ao lado da palavra ou expressão, o endereço eletrônico. Exemplo:

Como está explicado no item "O que é" (link parahttp://migre.me/7as4xdo site, a noção de cobertura de assuntos políticos ultrapassa o mero noticiário sobre processo eleitoral, partidos e parlamento.

8. Moedas

Prefere-se grafar: R$ 3,1 bilhões; R$ 400 mil e também US$ 4 milhões.

Em outras moedas, escreve-se: 350 pesos colombianos, 4.500 ienes ou 4,5 milhões de ienes, 5 mil euros.

9. Nomes e currículos

Deve-se conferir sempre a grafia dos nomes dos pesquisadores, colaboradores e pessoas citadas nos artigos.

Os currículos (máximo três linhas) devem ser enviados pelos colaboradores junto com os artigos.

10. Referências

A fim de evitar problemas de carregamento da página, prefere-se que as notas de referência sejam encaixadas no próprio texto. Quando isso não for adequado, pede-se que as referências sejam colocadas logo abaixo, antes do currículo do autor.·Exemplo:

A política de governo para a área da Comunicação não teria o sucesso que teve se não fosse pelo personagem principal. Ao descobrir isso, Martins instituiu, por exemplo, o quebra-queixo¹ como símbolo das relações com a imprensa.
¹Quebra-queixo: no jargão jornalístico assumido pelo Palácio do Planalto, é a entrevista coletiva com poucas características formais, em que um político concorda em conversar com vários jornalistas a uma só vez.

11. Siglas e abreviaturas

  • Prefere-se a forma: nome por extenso + abreviatura entre parênteses. Ex.: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política (Nemp).
  • Todas as siglas com quatro ou mais letras que formarem palavras e puderem ser pronunciadas são escritas apenas com a inicial maiúscula: Detran, Unimed, Unesco, Funatura.
  • Quando as letras forem faladas (ABI, DVD), vêm todas em caixa alta. Exceção: UnB, CNPq, SBPJor.
  • Siglas e abreviaturas muito usadas (INSS, PMDB) não precisam de tradução. Mas se for um partido novo – Partido Municipalista Nacional (PMN) – deve vir com a explicação para o leitor.
  • Cidades devem vir com a abreviatura do nome dos Estados ao lado, entre parênteses: Quixeramobim (CE); Congonhas (MG), a não ser capitais conhecidas (Belo Horizonte, Porto Alegre). Porém: Rio Branco (AC).


ISSN 1809-7030

Edição 02/2012

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