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NORMAS
DE REDAÇÃO DO SITE MÍDIA&POLÍTICA
O
objetivo destas normas é homogeneizar a escrita em nosso site e
estabelecer algumas convenções quanto às formas de
submissão dos artigos. Com isso, esperamos acelerar a edição
e tornar mais racionais os procedimentos para publicação.
As normas procuram simplificar e não complicar, adotando alguns
padrões para questões comuns como, por exemplo, uso de aspas
e maiúsculas.
Estas regras foram baseadas em normas adotadas por veículos jornalísticos.
Embora alguns itens pareçam redundantes (como Siglas, letras maiúsculas),
preferimos destacar a maneira como entendemos devam ser grafados.
Em respeito aos leitores, o site Mídia&Política se sente
no dever de revisar, aperfeiçoar e corrigir os artigos submetidos
a avaliação sem necessidade de consulta prévia aos
autores. Caso modificações substanciais sejam necessárias
o artigo retornará ao autor para que ele mesmo efetue a revisão.
Textos
que não se enquadrem nos temas preferenciais do site ou que não
tenham padrão de qualidade e/ou técnico serão devolvidos.
Como as colaborações são gratuitas, os autores têm
toda a liberdade de publicar os artigos em outros espaços.
Norma
geral Os
textos devem ser apresentados em:
Fonte Verdana, corpo
10, sem tabulação de parágrafo, entrelinhamento simples,
espaçamento de 6 pontos entre os parágrafos.
O tamanho padrão
dos textos para o site Mídia&Política é de 1
mil palavras, podendo exceder esse limite caso necessário. Mas,
de preferência, o texto não deve ultrapassar as 2 mil palavras.
Normas
específicas
1. Caixa alta (maiúsculas) *
Usar para nomes de conferências, congressos, códigos (Estatuto
da Criança e do Adolescente, Código Ambiental), leis (Constituição
Brasileira de 1988), revoluções, guerras (II Guerra Mundial),
competições esportivas (Olimpíadas), pactos, tratados
(Tratado de Tordesilhas), períodos históricos, formas de
governo (Parlamentarismo, República), efemérides (Carnaval,
Quaresma);
* Igualmente, as festas
religiosas e cívicas (Festa do Divino, Sete de Setembro, Révéillon)
devem ser escritas com letra maiúscula; disciplinas (Jornalismo,
Psicologia, Comunicação, Mídia, Política,
Imprensa).
* Atenção:
preferimos escrever ministério da Fazenda, ministro da Fazenda;
secretaria da Educação, secretário da Educação;
presidência da República, presidente da República;
2. Caixa baixa
(minúsculas)
* Usamos letras minúsculas em títulos pessoais e cargos;
profissões e profissionais (papa, barão, presidente, professor),
formas de tratamento (senhor, senhora), doutrinas, correntes, escolas
de pensamento (marxismo, confucionismo), religiões (evangélica,
católica, umbanda), gentílicos (os ingleses, os carajás).
* nação
e país são com caixa baixa.
3. Nomes e
currículos
Conferir sempre a grafia dos nomes dos pesquisadores, colaboradores e
pessoas citadas nos artigos.
Os currículos (máximo três linhas) devem ser enviados
pelos colaboradores junto com os artigos.
4. Grafia
de numerais
De zero a dez, por extenso, mas 100, mil (ou 1 mil, 100 mil, 200 mil),
1 milhão, 1 trilhão.
Escrevemos 1.345 com ponto, porém, os anos (1800, 2000) não
têm ponto.
5. Moedas
Preferimos: R$ 3,1 bilhões; R$ 400 mil e também US$ 4 milhões.
Em outras moedas, escrevemos: 350 pesos colombianos, 4.500 ienes ou 4,5
milhões de ienes, 5 mil euros.
6. Aspas
Só para declarações e citações. Nos
outros casos, inclusive quando queremos destacar palavra, usamos grifo.
Exemplos:
* Quando o chefe da campanha de Lula disse: “Cuidem de suas redações
que nós cuidamos do PT”, tocou em um vespeiro.
* E afinal, o segundo turno “foi uma bênção”,
segundo expressão usada por Lula.
* A manchete de O Globo dizia: “Indústria nacional reage
e atinge nível histórico”.
* Os gráficos abaixo, obtidos no site a partir da pesquisa pelas
palavras “Presidente Lula” e por “Geraldo Alckmin”...
7. Grifo (itálico)
* Usamos palavra ou expressão em itálico nos casos de apelidos
(Meio-quilo, Zé do Beco, Dossiê Tabajara), estrangeirismos
(show-woman, halloween, bar-mitzva), neologismos (apenas quando recém-nascidos),
gírias (aloprados).
* Acessar, deletar
são grafadas sem destaque.
* Nomes de jornal,
títulos de livros, filmes, programas vão em itálico:
Jornal do Brasil, Cidadão Kane, Imprensa e Poder, Sessão
da Tarde, Domingão do Faustão).
* Designações
científicas: bananeira – erva da família das musáceas
(Musa paradisiaca).
8. Referências
A fim de evitar problemas de carregamento da página, preferimos
que as notas de referência sejam encaixadas no próprio texto.
Quando isso não for adequado, pedimos que as referências
sejam colocadas logo abaixo, antes do currículo do autor.
9. Siglas
e abreviaturas
* Preferimos a forma: nome por extenso + abreviatura entre parênteses.
Ex.: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Conjunto
Cultural Banco do Brasil (CCBB).
* Todas as siglas
com quatro ou mais letras que formarem palavras e puderem ser pronunciadas
são escritas apenas com a inicial maiúscula: Detran, Unimed,
Unesco, Funatura.
* Quando as letras
forem faladas – ABI, DVD – vêm todas em caixa alta.
Exceção: UnB, CNPq.
* Siglas e abreviaturas
muito usadas (INSS, PMDB) não precisam de tradução.
Mas se for um partido novo – Partido Municipalista Nacional (PMN)
deve vir com a explicação para o leitor.
* Cidades devem vir
com a abreviatura do nome dos Estados ao lado: Quixeramobim (CE); Congonhas
(MG), a não ser capitais conhecidas (Belo Horizonte, Porto Alegre).
Porém: Rio Branco (AC).
10. Chamadas,
títulos e manchete
São decididas pelos editores e redatores do site, mas os autores
também podem mandar suas sugestões.
Os títulos que servem como chamada na capa do site devem ter simetria
entre as linhas, a fim de dar um visual mais harmônico à
página. Deve-se preferir os títulos com palavras curtas
e enunciados diretos, ao invés da ordem da frase invertida; que
tenham duas ou três linhas com número aproximado de toques
ou, no máximo pequena diferença para mais na linha inferior.
Política
é jogo
de amigo-inimigo.
Jornais são arena.
TSE e verticalização:
um peso, duas medidas
A idéia é que
o título fique assentado. Este título parece solto no ar:
Promiscuidade: mídia,
política e poder
econômico
Ficaria melhor:
Promiscuidade: mídia,
política e poder econômico
Ou
Promiscuidade:
mídia, política e
poder econômico
Manchete
– é escolhida pelo editor executivo do site, de acordo com
o artigo mais importante, relevante ou atual. O Webmaster, no momento
da publicação, tem a liberdade de adaptar, no momento da
edição, a sugestão ao tamanho da página, retirando
os plurais ou palavras, se necessário. A manchete é constituída
de apenas uma linha até 48 toques.
Títulos
de capa – duas ou três linhas até 22 toques.
De preferência, deve-se tentar fazer cada linha com igual número
de toques, evitando viúvas (palavras isoladas na linha).
Títulos
dos artigos – são de livre escolha do colaborador,
mas o site Mídia&Política se vê no direito de
modificá-los para que fiquem mais compreensíveis e atrativos.
Geralmente, o título interno mantém a sugestão do
autor.
Chapéu
– o chapéu ou antetítulo aparece na capa do site e
em cor contrastante. Geralmente, leva o crédito do autor. Quando
o artigo não tem autor identificado, nesse lugar aparece a origem
ou tema do artigo.
Exemplos:
Rodrigo Vizeu (chapéu)
A nova esquerda
conservadora (título)
Movimento
Voto Nulo (chapéu)
Existe política
além do voto! (título)
11. Entretítulo
(ou intertítulo)
Pode ser colocado, a critério do autor, a cada 30 linhas, para
dar mais legibilidade ao texto. Os entretítulos do M&P devem
ser padronizados em três palavras, no máximo, e o critério
escolhido deve ser mantido ao longo do texto. Se o primeiro entretítulo
tiver duas palavras, todos os outros do documento também deverão
ter duas palavras.
Exemplos:
Pós
e contras (duas palavras)
Opinião e contradição
Linguagem hipermídia ou
Muito bons
amigos (três palavras)
Memória de longa duração
Diversas mídias interativas
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